Pombal é uma cidade jovem e dinâmica da região Centro Litoral do país, onde estão bem patentes as marcas deixadas por uma história riquíssima, onde se denotam as influências de grandes senhores, como os Condes de Castelo Melhor e o Marquês de Pombal reflectida nos monumentos com reconhecido interesse patrimonial, dos quais ainda hoje é possível apreciar. A partir do Castelo de Pombal, a memória mais antiga da cidade, o espaço da história e do património, internaliza o sítio do burgo pombalense, com o Celeiro do Marques(actual Centro Cultural com o Museu de Arte Popular), e a Cadeia Velha (actualmente instalado o Museu Marques de Pombal, onde pode admirar o seu espólio, único no país)…para alem das belezas naturais entre a serra e o mar , que lhe proporcionam percursos únicos encontrara uma variedade de produtos endógenos únicos no pais , dos quais destacamos o famoso queijo do Rabaçal e o mel da Serra da Sicó
Passe por cá… Venha descobrir a região!

Em Pombal comece por ver o Largo do Cardal e a Igreja de Nossa Senhora do Cardal. Depois siga até à Praça Marquês de Pombal onde está a Igreja Matriz, os edifícios Pombalinos, a antiga Cadeia onde actualmente esta instalado o MUSEU MARQUES DE POMBAL, o Celeiro do Marquês de Pombal onde se encontra o MUSEU DE ARTE POPULAR PORTUGUESA e o Solar dos Condes de Castelo Melhor. Daí suba pela rua do Castelo, veja a torre quatrocentista do Relógio Velho e visite o Castelo de Pombal.
De Pombal rumo á Redinha pelo IC2, direcção Norte, para visitar a vila Templária da Redinha Chegando à sede de freguesia suba em direcção ao seu ponto mais alto para visitar a Capela da Nossa Senhora da Estrela situada a 350 metros de altitude. Neste local poderá observar uma imagem monolítica medieval brasonada. Aqui a vista é de tirar o fôlego. Consegue fácilmente avistar o mar e a Serra da Boa Viagem.
Desça em direcção ao lugar de Poios e prepare-se para uma caminhada até ao Vale dos Poios. Vale bem a pena. Uma paisagem indescrítivel de extraordinária beleza espera por si. Aqui encontram-se vestigíos da primeira presença humana na região. Visite as grutas e aprecie indícios remanescentes do paleolítico.
Continue a visita em direcção à nascente do Rio Anços e deleite os sentidos com o murmurar do caudal de água que brota das pedras. Dirija-se em seguida à sede de freguesia, observe a ponte românica e visite a Quinta de Santana donde poderá observar a paisagem luxuriante do Vale do Rio Anços. Regresse a Pombal pela IC2.
Saia de Pombal pela IC8 até ao cruzamento de Abiúl, para conhecer a Praça de Touros mais antiga de Portugal e o Paço dos Duques de Aveiro. Regresse atá ao IC8 e corte á esquerda.
Siga até ao cruzamento de Ramalhais e volte à esquerda para a EM526 , decorridos 3 Kms, volte de novo à esquerda para Ereiras. A estrada sobe a caminho do coração da Serra de Sicó entre campos e paisagens inesquecíveis.
Ereiras e Pousadas Vedras são aldeias serranas construídas em pedra. Fique a olhar a doçura dos campos divididos por pequenos muros de pedra e os cumes agrestes da Sicó. À saída de Pousadas Vedras, a estrada começa a descer a Serra em curvas sucessivas oferecendo belas paisagens da aldeia de Jagardo.
No termo da aldeia de Estrada de Anços nasce, num recanto idílico, o rio Anços e o seu magnifico vale. A estrada do vale passa por Anços e Caruncho até chegar à Redinha.
Pela EN1 venha até à Pelariga. Cruze os pinhais de Água Travessa para conhecer as aldeias serranas de Monte Vérigo, Vérigo, Barrocal e Caseirinhos junto a Pombal.
Apanhe a EN109 direcção Figueira da Foz até ao Carriço. Aqui volte à esquerda e cruze a linha férrea. Para diante, a estrada atravessa, durante 4 Km, os pinhais que rodeiam a Mata Nacional do Urso, que começam no cruzamento a seguir à Casa do Guarda do Norte. Neste cruzamento volte à direita e continue até à próxima estrada alcatroada, onde deve virar à esquerda. A estrada é toda em recta e ladeia as dunas que se elevam perpendicularmente à costa, devido à força do vento. No final surge a vastíssima e sossegada Praia Dourada do "Osso da Baleia". Aproveite o sol e a frescura do mar.
No regresso, ao final da tarde, venha por Alhais, Silveirinha Pequena e Vieirinhos, junto à EN109. Venha até ao Carriço e daí volte à esquerda para o Louriçal , onde pode visitar o Convento das Clarissas e apreciar os famosos biscoitos do Louriçal. Regresse a Pombal pela IC8.
De Pombal parta em direcção à freguesia de Santiago de Litém pela EN1.8. A poucos kilómetros da sede de freguesia vire à direita em direcção ao lugar de Andrés. Aqui se encontram as jazidas jurássicas onde foi descoberto um exemplar de "allosaurus fragilis" o primeiro dinossauro desta espécie, descoberto fora do território norte-americano. Enquanto passeia pela freguesia aproveite para contemplar a incrível paisagem do vale do Arunca e as vistas para a Serra da Sicó.
De seguida rume para Norte, em direcção à freguesia de Vila Cã. No centro da sede de freguesia, junto à Igreja Paroquial encontra-se um freixo de porte imenso com mais de 600 anos. Enquanto visita Vila Cã, aproveite para ver o único moinho de vento da freguesia e, em seguida, rume em direcção à Senhora das Virtudes. A capela, apesar das suas linhas simples, ostenta uma grande beleza.
Continue a viagem em direcção ao IC8, atravessando-o para visitar a aldeia mais antiga do concelho de Pombal. Construídas com a pedra da Serra da Sicó, as edificações da Aldeia do Vale são únicas no nosso concelho. Aproveite para subir um pouco a Serra e deitar uma vista de olhos entre as pedras espalhadas pela encosta. A quantidade de fósseis na encosta da Sicó é tão grande que talvez encontre um "tesouro" que testemunhe a história remota desta região. Regresse a Pombal pelo IC8 ainda a tempo de um bom jantar num dos muitos restaurantes da cidade.
Pelo sétimo ano consecutivo, a Praia do Osso da Baleia, no concelho de Pombal, recebe o galardão "Bandeira Azul", atribuído pela Associação Portuguesa da Bandeira Azul.
Mais uma vez, o Município de Pombal cumpriu todos os requisitos obrigatórios, tais como, qualidade das águas balneares, existência de ecopontos, acções de sensibilização e educação ambiental, acessibilidades e apoios de praia, e vê assim recompensado o seu trabalho, apostando sempre na qualidade, segurança, e na preservação ambiental das características da Praia do Osso da Baleia, sendo uma das poucas praias do distrito de Leiria que mantém este galardão.
Este ano e inserindo-se no âmbito do Ano Internacional para a Biodiversidade o Programa Bandeira Azul 2010 elegeu, como tema central das actividades de educação ambiental, a Biodiversidade em Sistemas Aquáticos em Praias e Marinas. Pretende-se, assim, lançar o desafio de conhecer os diferentes sistemas aquáticos em que se inserem as praias costeiras, fluviais e marinas, o que leva à perda de biodiversidade e o que pode ser feito para travar o que na verdade assegura o equilíbrio do Planeta.
A verificação do cumprimento dos critérios Bandeira Azul continua a ser assegurada pela execução do Programa Nacional de Vigilância, apoiado pela Fundação Vodafone Portugal e envolvendo, também, os Municípios com praias galardoadas, o Instituto Português da Juventude (no âmbito do Programa Ocupação de Tempos Livres), o Corpo Nacional de Escutas e Associações de Defesa do Ambiente.

Foi mandado construir por Gualdim Pais, cavaleiro da Ordem dos Templários. No século XVI passou a ser residência do alcaide-mor e com as invasões francesas foi arruinado. É hoje uma das mais bem preservadas fortalezas militares do país.
Celeiro do Marquês de Pombal ou Celeiro da Quinta da Gramela –(onde hoje está instalado o Centro Cultural de Pombal e o MUSEU DE ARTE POPULAR ).
Edifício de dois pisos. O primeiro é constituído por cinco portas de verga arqueada, apresentando a porta principal as ombreiras ligeiramente decoradas e encimadas pelo brasão do Marquês. No segundo Piso apresenta cinco janelas de lintel curvo diferenciadas entre si. De salientar o madeiramento do tecto, construído de forma a atenuar os efeitos sísmicos. Mandado construir por o Maeques de Pombal.
A direita da igreja matriz encontra-se a cadeia mandada construir pelo Marques de Pombal. O seu interior sofreu profundas alterações há alguns anos. Actualmente está instalado o MUSEU MARQUES DE POMBAL.
O MUSEU MARQUES DE POMBAL teve a sua origem num trabalho de pesquisa, recolha e selecção de um pombalense, o antiquário Manuel Gameiro. É fruto de muita dedicação e persistência deste coleccionador que conseguiu ao longo de 25 anos, catalizar à sua volta o entusiasmo de outros, reunindo um valioso conjunto de peças de valor histórico e artístico, que foram pertença do Marques de Pombal ou que com ele se relacionam.É actualmente um museu monogáfico dedicado à Historia de uma individualidade, de um povo e de uma época,
Mandada construir por D. Pedro para receber os tributos dos não cristãos em dia de São Martinho.
O pelourinho original encontra-se em fragmentos nos claustros do Convento do Cardal. No seu lugar encontra-se um moderno Pelourinho evocando os senhores de Pombal.
Edificada em 1930 segundo projecto de Ernesto Korrodi, com função inicial de habitação e comércio. Apresenta uma planta rectangular de volumes simples, cobertos por um telhado de quatro águas.
Mandada construir pelos Condes de castelo Melhor, de estilo Barroco, apresenta uma planta cruxiforme. de notar a lápide evocativa da sepultura do Marquês de Pombal. Aqui descansaram os restos mortais do Marquês de Pombal até 1857.
Convento de Santo Antonio,mandado construir pelos condes castelo melhor
Num dos extremos da Praça Marquês de Pombal, a Igreja do Carmo foi construída em 1760 em honra de Nossa Senhora do Carmo. No século XIX foi sede da confraria da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo.
De fundação medieval, apresenta várias capelas de talha dourada, destacando-se a capela da Senhora da Piedade, encimada pelo brasão do capitão Jorge Botelho.
Cerca de 3 Km de Pombal, na estrada que liga o lugar de Estrada para a Aldeia dos Anjos, é hoje propriedade particular. Em 1759 era constituída por casas térreas. Posteriormente é feito o solar, edifício de dois pisos com uma capela adjacente, tem em anexo um duplo páteo que servia de residência aos criados, de arrumo de alfaias e depósito de produtos agrícolas.
Casa onde o Marquês de Pombal passou os últimos anos da sua vida e foi sujeito a interrogatório pela sua acção enquanto estadista. Situa-se na Praça Marquês de Pombal junto à Igreja Matriz.
Construída no século XVIII sobre o rio Arunca para a passagem da Estrada Real.
Situa-se no Jardim Municipal do Cardal. É uma estátua de bronze de Ernesto Korrodi com base em calcário da autoria de Fernandes de Sá. É a primeira estátua erigida ao Marquês em Portugal. Foi inaugurada em 1907.
Aqui domina a Igreja Matriz de São Martinho ligada à paz de que foi obreira a Rainha Santa Isabel, dando também nome à comenda da Ordem de Cristo de que o Marquês foi senhor.
Na rua António José Teixeira, uma casa modernizada contém um escudo esquartelado que veio da Quinta das Mondrarias e que se caracteriza por ter no primeiro quartel um leão circundado de outros animais. No segundo quartel possuie as armas dos Ataídes. No terceiro, as armas dos Sousas, e no quarto as armas dos Barros.
Edificação situada em frente da Igreja de São Martinho.
REDINHA - Com as ancestrais Igrejas e a Ponte Românica. (palco das invasões Francesas no séc. XIX),
LOURIÇAL – o Convento do Louriçal ainda hoje habitado pelas religiosas da ordem das Clarissas onde, em clausura apuram os refinados doces conventuais , foi fundado por D.Pedro II.
Começou a erguer-se em 1690 sob a orientação do arquitecto João Antunes. Contudo foi no reinado de D. João V que a obra foi concluída, depois das grandes alterações feitas pelo Padre Manuel Pereira(1734-39).
É na nave da igreja que se evidencia todo o esplendor do arranjo barroco que combina azulejos com retábulos esculpidos e belas pinturas no tecto.Cobrindo totalmente as paredes, os azulejos mostram cenas da vida de Santa Clara e de São Francisco, datada de 1726, O altar mor tem um grande retábulo de mármore ao qual obedecem os quatro altares laterais, da autoria do escultor italiano João António Pádua.
De fundação manuelina, a igreja matriz de S.Tiago apresenta uma única nave revestida de azulejos setecentistas.
São visíveis duas capelas, uma de 1609 dedicada a Diogo Vaz de Almeida e outra com um arco manuelino, ao lado da epistola.
Situada ao lado do Convento, a igreja da Misericórdia foi dificada em 1608 e tem uma porta lavrada de feições manuelinas.
Abiúl vila fundada pelos Templários em 1167 preserva ainda um precisioso núcleo histórico que é a mais antiga praça de Touros de Portugal , onde ainda se poder observar o camarote dos Duques de Aveiro e o Forno colectivo de Nossa Srª das Neves envolvido por lendas impressionantes.
Com 553 metros no ponto mais elevado, esta serra que dá nome a todo o maciço calcário é a mais alta do seu bloco ocidental.O modo como se eleva no contexto regional terá provocado a exumação praticamente total dos depósitos de cobertura, pondo a descoberto a rocha calcária. O intenso processo de lapiazação que sofreu, faz da Serra de Sicó um dos magníficos exemplos de paisagem cársica da região.
Além dos extensos campos de lapiás, podem ser aqui encontradas outras formas cársicas de superfície e de profundidade. É o caso das dolinas parcialmente desmanteladas que se anicham no vasto “colo” que separa o Monte de Sicó do seu irmão ocidental, o Monte do Ouro, e também o caso de alguns algares e lapas que, benificiando da intensa fracturação tectónica que esta área terá sofrido, ocorrem sobretudo a oriente da serra (Lapa da Cerâmica, Algar da Lagoa, Algar da Pena Só, Algar da Ervilha, etc.) numa área que é hoje uma das mais procuradas pelos espeleólogos.
A forte assimetria e, nomeadamente, a íngreme escarpa que constitui a vertente nordeste tornam o ponto somital desta serra num magnífico miradouro donde se pode avistar, para este, parte significativa do maciço calcário e, para sul, uma vasta área que leva a Serra de Alvaiázere e, em dias de boa luminosidade, ao Maciço Calcário Estremenho. Pena é que este cimo, apesar de mal servido por estreito caminho, praticamente só acessível a veículos de todo o terreno, se apresente hoje bastante descaracterizado. Por um lado, a necessária torre de vigilância a incêndios e as úteis antenas de rádio; por outro lado, uma inacabada capela e o inestético terreiro de cimento com que se pretendeu apoiar romarias que levam os fiéis da regiăo ao cimo da Serra de Sicó, onde o carácter aberto dos espaços e a aridez e sumptuosidade da paisagem convidam a reflexão interior e a espiritualidade.
Neste maciço cujas características estruturais e geomorfológicas conduzem a uma forte penetração das águas superficiais no interior da massa calcária, tornando a superfície seca e a rocha nua, desenvolve-se, assim condicionada, uma vegetação de características mediterrânicas da qual constituem relíquias as raras manchas dos balcedos de carrasco e pequenas áreas residuais das matas de carvalho-cerquinho e sobreiro.
A expansão da agricultura, sobretudo os olivais, esporadicamente pinhais e eucaliptais, a acção do fogo e do pastoreio transformaram a vegetação da Serra de Sicó. Assim, apresenta-se hoje muito desnudada, praticamente constituída por um mato onde domina a erva-de-Santa- Maria, a roselha-grande e o saganho-mouro.
Nestas zonas abertas vegetam com facilidade as orquídeas e outras plantas bolbosas e rizomatosas, tais como a erva-língua-maior e a Ophrys scolopax subsp. scolopax. O seu elevado interesse comercial, leva a que sejam muitas vezes colhidas tão intensamente que rápido se tornam espécies em vias de extinçăo.
O Narcissus calcicola, a coroa-imperial e a arruda-dos-muros comum sobretudo nas fendas das rochas básicas, sob coberto de carrascal ou em matos baixos, podem já considerar-se raridade em Portugal.
Do alto de uma escarpa ou do ramo de uma árvore, o bufo-real, vigia o seu território em movimentos de cabeça de uma sobranceria imperturbável. Afere os aparelhos auditivo e visual; com precisão de radar localiza a presa e, em voo silencioso, precipita-se de garras esticadas até a desprevenida vítima: é o ritual de caça do grande predador noctívago.
De dia, dorme preguiçosamente protegido pela imobilidade das sombras dum buraco, na falésia calcária, aguardando a chegada da noite. O alvoroço das avesitas que freneticamente denunciam a sua presença deixa-o impávido.
Raríssimo na região e no país, o mocho-real, como também é conhecido, ocupa lugar de relevo entre as jóias naturais de Sicó. Não se pode ficar insensível perante os perigos que ameaçam a biodiversidade de uma área já de si tão árida que Raul Proença lhe chamou a “mais descarnada das montanhas de Portugal”, mas que também por isso é das mais belas.
Festas e Romarias:
Festa de Santo Amaro em Janeiro
Festas do Bodo na última semana de Julho
Feira Nacional de Artesanato e Tasquinhas em Setembro
Na cidade, todas as semanas existe feira, que se realiza às segundas e quintas feiras. Existem também feiras distribuídas pelo resto do concelho, que poderá consultar no site do Munincípio de Pombal
11 Novembro